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O nome dela é Carolina Rodrigues (https://twitter.com/Carol_Panicat17),
tem 21 anos e mora em Araruama-RJ.
Ela é formada em Petróleo e Gás, mas seu coração pulsa por outro ramo: O futebol, seu amor incondicional!
Seu sonho: jogar futebol em uma
boa equipe e conquistar seu espaço, podendo chegar à Seleção Brasileira, e apesar de já ter uma graduação, quer fazer Comunicação Social para poder ajudar na divulgação e cobertura da modalidade.
Para ela alcançar ou ao menos tentar conquistar seu espaço e dar os primeiros
passos rumo a seus sonhos, ela enfrentou a família e mesmo a contragosto de
todos, se inscreveu na peneira para a equipe de futebol feminino do
Botafogo-TeamChicago.
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Carolina no dia da peneira do Botafogo-TeamChicago. O primeiro passo rumo ao sonho! |
Seus parentes chegaram a esconder suas roupas de treino e chuteira para que ela não fosse ao teste, mas ela conseguiu material emprestado com as amigas e foi fazer o teste.
Resultado: APROVADA!
Agora Carol, como é chamada pelos amigos, sofre com o preconceito, e dentro do próprio ceio familiar.
A família da jogadora lhe colocou
“contra a parede” e lhe deu duas escolhas: Aceitar uma boa oportunidade de emprego e esquecer o
futebol, ou jogar futebol e não esperar ou contar com nenhum tipo de apoio afetivo e
financeiro.
E agora? Buscar seu sonho ou desistir dele?
O primeiro passo, a primeira
conquista já aconteceu. Foi a aprovação da jogadora na peneira.
Agora Carol tenta ajuda de amigos
e busca até patrocinadores que lhe ajudem a continuar caminhando rumo ao seu
sonho.
Essa é uma realidade da
modalidade no Brasil.
Para Carolina, a falta de apoio familiar está diretamente ligada a falta de apoio à modalidade, falta de patrocinadores e estrutura, que passa aos familiares a ideia de que associa jogar futebol a passar fome.
"De certa forma não estão errados(os familiares), mas acho que o esporte deveria ser mais valorizado, e com o esporte vem oportunidades de estudos também. Nós jogadoras não podemos nos limitar e devemos sempre buscar uma formação para termos uma profissão quando pararmos de jogar.
Para Carolina, a falta de apoio familiar está diretamente ligada a falta de apoio à modalidade, falta de patrocinadores e estrutura, que passa aos familiares a ideia de que associa jogar futebol a passar fome.
"De certa forma não estão errados(os familiares), mas acho que o esporte deveria ser mais valorizado, e com o esporte vem oportunidades de estudos também. Nós jogadoras não podemos nos limitar e devemos sempre buscar uma formação para termos uma profissão quando pararmos de jogar.
Hoje, devido a falta de estrutura, a realidade do esporte pra quem está buscando seu espaço é pagar para jogar.
Será que é pedir muito o mínimo de estrutura, apoio e reconhecimento? Poder viver do esporte, assim como acontece no futebol masculino? Até quando o preconceito e falta de visão irão atrapalhar a modalidade?" - indaga Carolina.
E agora: será que ela conseguirá, uma
vez aprovada, se apresentar ao clube e começar a treinar? Se em dois dias nada acontecer não terá outra escolha a não ser aceitar o emprego e tentar realizar seu sonho em outra oportunidade.
Só nos resta esperar e desejar sorte a ela e muitas outras jogadoras que vivem o mesmo dilema e situação.
Caso você queira ajudar de alguma forma ou saber mais, entre em contato através do e-mail: carolina.camisa17@yahoo.com ou pelo facebook: https://www.facebook.com/CarolPanicat17
Comentários
Fico feliz que conseguiu,porque o futebol feminino não é valorizado.Temos excelentes jogadoras mas sem oportunidade.Carolina é uma vencedora uma grande guerreira.Força Carol!!!Representa ai milhares de meninas que infelizmente vem lutando para um lindo futebol feminino.Bjus
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